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Viajar é trocar de roupa para a alma.






















10 dicas práticas para arrumar a mala, ou mochila, antes de viajar:



























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[Pub crawl] Bares do Greenwich Village

Foi nessa viagem de retorno aos Estados Unidos que fiquei em um hostel pela primeira vez. Na fase das pesquisas, ainda batia aquele medinho de dividir o quarto com pessoas desconhecidas. E como eu teria a companhia da minha amiga Germana, eu não ficava com aquela expectativa de conhecer pessoas novas. Afinal, eu sou meio Fitzwilliam Darcy, não tenho muito o hábito de conversar com estranhos. Mas uma programação me chamava atenção, tanto nas pesquisas como nas indicações de amigos: o pub crawl, uma noitada pela cidade com o povo do hostel.

A noite do pub crawl no HI New York City seria na quinta-feira. Isso já ficou marcadinho no roteiro, pois eu queria muito fazer valer a minha maioridade para beber - algo que eu não tinha na época do intercâmbio! Depois de um dia explorando a região do Chelsea e do Greenwich Village, chegamos cedo da noite no hostel para estarmos na recepção na hora marcada. Infelizmente, a Germana acabou desistindo de ir. Ela não estava se sentindo bem e resolveu ficar descansando - depois de insistir pra eu não deixar de ir. Bom… Parecia que eu ia precisar mesmo interagir com desconhecidos…

Fiquei pronta e desci. Hora de receber as instruções na recepção. Logo me surpreendi com o tanto de gente! Todo mundo teve um tempo de ir buscar identificação e MetroCard antes de partirmos. O guia se apresentou como aquele que deveria nos conduzir até os três bares da noite. Era ele quem passaria dizendo “fechem suas contas, daqui a pouco a gente vai pro próximo”. Ali já foi hora de fazer amizades. Tinha gente de todo canto, e meus dois primeiros novos amigos foram um estudante da Austrália e uma bailarina belga.

Algumas pessoas do metrô olharam assustadas pra aquele bando de gente entrando e falando alto. Ri muito contando histórias do Brasil e ouvindo histórias de tantos lugares do mundo. Até que chegamos àquele charme de bairro, de volta ao Greenwich Village.

Primeira parada: Bebendo no subsolo

O primeiro pub foi o Down The Hatch, daqueles que a gente só consegue entrar se descer as escadas até o subsolo. Por estarmos com o grupo do hostel, tínhamos uma ficha que dava direito a mais um copão de cerveja ao comprar o primeiro drink no balcão. O ambiente era pequeno, o que facilitou conhecer ainda mais gente da mesma turma.

Além de novos amigos italianos, acabei descobrindo um grupo de brasileiras. Embora eu não seja muito fã de ficar conversando com brasileiros em outro país (aquela coisa de gostar de praticar o idioma), as meninas tinham uma energia muito massa. Logo viramos um bloco que sempre se reencontrava e dividia bebidas.

Eu adorei o Down The Hatch por ser pequenininho e bem decorado. E não tinha música alta, dava pra conversar sem gritar muito. Tal hora descobrimos uma mesa de beer pong, mas ela não desocupou a tempo de jogarmos. O guia passou avisando que íamos para o segundo bar. Deu tempo só terminar a bebida.

Segunda parada: Pra dançar!

Depois de uma breve caminhada, o segundo pub nos esperava com uma playlist maravilhosa. Já entramos ao som de Footloose. Bem maior, o 3 Sheets Saloon tinha dois andares e muito espaço para dançar. E só tocou sucesso: teve Britney, o tema de Grease, Alicia Keys, Miley Cyrus, Backstreet Boys e até o bom e velho hino YMCA - nada mais apropriado que estar no Village curtindo Village People!

Foi definitivamente o ponto alto do pub crawl, pois a gente se empolgava a cada novo hit e ainda fazia novos amigos do Chile, da França, do Reino Unido, da Bélgica… O grupo brasileiro seguia firme e forte depois de descobrir que era vantagem dividir um copão enorme de cerveja por 10 dólares. Avistamos outra vez umaa mesa de beer pong, mas continuamos na ilusão de que conseguiríamos jogar. Depois de um bom tempo nesse segundo bar, chegou a hora de se preparar pro terceiro tempo.

Terceira parada: Abrindo a vida

Foi só virar a esquina pra chegar ao terceiro bar. O Off The Wagon também era espaçoso, com dois andares e uma decoração mais rústica. Mas era já fim de noite, a casa estava meio vazia e alguns do hostel já tinham abandonado o grupo. Também tinha música pra dançar, mas não era uma playlist tão divertida quanto a do 3 Sheets Saloon.

O grupo das brasileiras se consolidou como um espaço pra compartilhar histórias. De repente, estávamos rindo dos causos do passado de cada uma e se adicionando nas redes sociais. Lá pelas tantas, resolvemos ir embora. Corta para a cena em que descemos pra estação de metrô, levemente alteradas, percebendo só meia hora depois os avisos de que a linha não ia operar de madrugada. Rachamos Uber e voltamos pro hostel.

E o dia seguinte…

Não, não vou falar de ressaca, mas de outra experiência que ainda não tinha aparecido nessa viagem. A sexta-feira foi o quarto dia no HI NYC, e só então foi que eu me empolguei para conversar com os (não mais) desconhecidos no café da manhã. Apresentei os novos amigos pra Germana e fui contando pra ela as histórias da noite anterior. Ela ficou mais triste mesmo foi por ter perdido a chance de dançar Backstreet Boys.

Aquela sexta-feira seria o dia de deixar o hostel. Mas enfrentamos um imprevisto. À noite, deveríamos estar em New Jersey para dormir na casa de uma amiga. Ela teve um problema no encanamento, faltou água na casa toda, nada feito. Conseguimos reservar mais uma noite no HI, o que acabou sendo muito bom. Ora, eu mesma que não iria achar ruim ficar mais um tempinho na cidade!

Resolvemos aproveitar a sexta-feira para encontrar familiares da Germana no Central Park e para visitar a Liberty Island - já contei um pouco dessa parte em outro post. A noite foi chegando, as notificações no Instagram também. Eram as brasileiras combinando pra gente jogar conversa fora na área de convivência do hostel. O resultado? Cervejas, pizza e muita conversa boa até 4 da manhã! Com essa experiência, veio um novo aprendizado: pub crawl é um item bom demais para se incluir em roteiros de viagem.   

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New York - Rockefeller Center Tour

Images taken during a guided tour to know the artistic history of the Rockefeller Center that lead us through the building and the surrounding streets of this famous New York landmark.

Duas voltas em torno do Sol

A dois anos eu começava a maior aventura de todas da vida, sai de casa e fui morar em Chicago, depois de um cotovelo machucado fui morar com uma Meli, logo com nos Hamptons. Depois de comer o pão que o diabo amassou vivendo uma experiência como Aupair eu fugiu pra Califórnia, onde eu encontrei a Toyo e realizei o sonho de conhecer as sequoias. Segui comendo as tortillas cruas que o diabo amassou, até que voltei pra Utah aka colo de mãe. Não contente com a experiência macabra nas montanhas eu voltei pra Califórnia ((mas antes passei em Las Vegas e no Grand canyon, onde tive a epifania do vôo da água e quis ir pra algum lugar, na mesma noite chegando em Vegas eu conheci a War Da que me deu a dica de ir para Playa del Carmen e trabalhar com mergulho)), e logo pra Utah pra passar o Natal com a família. Depois voltei pra Chicago, onde morei um mês com a Meli e fui expulsa. Depois com o casal negro e dourado. Aquela semana bizarra no quartinho em Garfield Park…

A segunda volta eu conto amanhã…